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A Força do Empreendedorismo Feminino

11/01/2021

Com a pandemia do Coronavírus, as mulheres tiveram um papel importante na economia do país. Segundo Pesquisa realizada em agosto pelo Sebrae com a Fundação Getulio Vargas (FGV), as empreendedoras foram as que mais fizeram uso da tecnologia em seus negócios (redes sociais, aplicativos, internet) e também as que mais implementaram o sistema delivery, em relação aos homens. As mulheres também foram as mais ágeis na hora de implementar inovações em seus negócios. 

Atualmente, de acordo com o Sebrae, são 9,3 milhões de mulheres à frente de uma empresa no Brasil, representando 34% de todos os donos de negócios do país. Além disso, quase metade dos MEI existentes no Brasil é formado por mulheres (48%). Movidas principalmente pela necessidade de ter outra fonte de renda ou para adquirir a independência financeira, a proporção de mulheres empreendedoras que são “chefes de domicílio” passou de 38% para 45%, nos últimos dois anos. 

Porém, apesar deste considerável crescimento, as mulheres ainda enfrentam muitos desafios. O principal deles é o preconceito que gera discriminação no ambiente de trabalho, diferença de oportunidades e a dupla jornada. Mesmo possuindo maior escolaridade (16% maior), as mulheres ganham, em média, 22% a menos que os homens na mesma posição. Por isso, é fundamental fomentar o empreendedorismo feminino para que as mulheres possam aumentar seus rendimentos, gerar empregos, ter sustentabilidade no mercado e, sobretudo, ser independentes e protagonistas de suas vidas.

Renata Malheiros, Coordenadora Nacional de Empreendedorismo Feminino Sebrae, apresentou na Live “Como ser mulher empreendedora na crise e como sair mais forte dela?” uma pesquisa que diz que, por acumularem as tarefas do lar junto com a vida profissional, as mulheres dedicam cerca de 18% de horas a menos com seus negócios, em relação aos homens.

Nadir Koerich, primeira mulher a ocupar o cargo de presidente da AEMFLO/CDL-SJ, comentou em live do Programa de Gestão Empresarial da entidade (PlaneMPE), que as mulheres precisam ser persistentes e ter confiança em suas capacidades. “É preciso ter coragem para defender nossos ideais, mas também ser responsável pelas consequências. A coragem não é ausência do medo. A coragem é a noção de que o que mais importa são nossos sonhos. Não importa se é homem ou mulher. Temos que ir atrás dos nossos sonhos, acreditar na gente, saber que somos capazes e que podemos", disse. 

A AEMFLO e a CDLSJ acreditam no impacto positivo da liderança feminina no mercado e nos negócios. Sua presença não só no ambiente de trabalho, mas também em postos de gestão propicia um mercado com mais diversidade e diferentes pontos de vista. Prova disso, é o Núcleo da Mulher Empresária da AEMFLO e CDL-SJ, o NUME, que foi criado em 2012 com o objetivo de promover o desenvolvimento pessoal e a capacitação profissional das mulheres, ampliando sua rede de relacionamento e a representatividade, além de fazer do associativismo uma base para condução de seus negócios. O associativismo fortalece o empreendedorismo feminino.

Conheça melhor o NUME, AQUI, e faça parte deste grupo de empreendedoras de sucesso! 

11/01/2021

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